{"version":"1.0","provider_name":"Carlos Carvalho Advogados","provider_url":"https:\/\/carloscarvalho.adv.br\/blog","author_name":"Carlos Carvalho","author_url":"https:\/\/carloscarvalho.adv.br\/blog\/author\/carloscarvalho\/","title":"RESPONSABILIDADE DO S\u00cdNDICO NAS OBRAS NO CONDOM\u00cdNIO","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"mzJKFYlxWN\"><a href=\"https:\/\/carloscarvalho.adv.br\/blog\/responsabilidade-do-sindico-nas-obras-no-condominio\/\">RESPONSABILIDADE DO S\u00cdNDICO NAS OBRAS NO CONDOM\u00cdNIO<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/carloscarvalho.adv.br\/blog\/responsabilidade-do-sindico-nas-obras-no-condominio\/embed\/#?secret=mzJKFYlxWN\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;RESPONSABILIDADE DO S\u00cdNDICO NAS OBRAS NO CONDOM\u00cdNIO&#8221; &#8212; Carlos Carvalho Advogados\" data-secret=\"mzJKFYlxWN\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/carloscarvalho.adv.br\/blog\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"https:\/\/carloscarvalho.adv.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/imgsindico.jpg","thumbnail_width":2000,"thumbnail_height":1522,"description":"Um tema recorrente e de grande interesse nos condom\u00ednios \u00e9 a quest\u00e3o das obras, que normalmente gera conflitos na esfera condominial, pois, normalmente envolve arrecada\u00e7\u00e3o extra. Uma d\u00favida recorrente \u00e9 se a decis\u00e3o obriga todos os cond\u00f4minos ou apenas aqueles que concordaram com a despesa extraordin\u00e1ria. Para entendermos melhor, \u00e9 preciso conhecermos uma das principais atribui\u00e7\u00f5es do s\u00edndico, prevista no inciso V, do art. 1.348 do C\u00f3digo Civil, l\u00e1 disp\u00f5e de forma expressa que: \u201cArt. 1.348. Compete ao s\u00edndico: &#8230; V &#8211; diligenciar a conserva\u00e7\u00e3o e a guarda das partes comuns e zelar pela presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os que interessem aos possuidores; &#8230;\u201d Este inciso descreve o dever de conserva\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio, obriga\u00e7\u00e3o atribu\u00edda ao s\u00edndico, gestor e representante da massa condominial. Como o dever pela conserva\u00e7\u00e3o da coisa comum, \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o do s\u00edndico, se a obriga\u00e7\u00e3o n\u00e3o for respeitada poder\u00e1 gerar sua responsabiliza\u00e7\u00e3o civil, diante de eventual omiss\u00e3o ou neglig\u00eancia de sua fun\u00e7\u00e3o, o que poder\u00e1 inclusive motivar sua destitui\u00e7\u00e3o do cargo, nos termos do artigo 1.349 do C\u00f3digo Civil. Como exemplo podemos citar o caso do atraso em obras de pintura e recupera\u00e7\u00e3o de fachada no prazo correto, e o atraso na obra acaba gerando maiores gastos para a coletividade, neste caso, este gasto adicional, se comprovada a omiss\u00e3o ou neglig\u00eancia do s\u00edndico, poder\u00e1 ser cobrada deste judicialmente, com fundamento nos artigos 186 e 927 do C\u00f3digo Civil. \u201cArt. 186. Aquele que, por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o volunt\u00e1ria, neglig\u00eancia ou imprud\u00eancia, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato il\u00edcito.\u201d \u201cArt. 927. Aquele que, por ato il\u00edcito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repar\u00e1-lo. Par\u00e1grafo \u00fanico. Haver\u00e1 obriga\u00e7\u00e3o de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.\u201d Portanto, s\u00edndico e cond\u00f4minos devem estar sempre atentos aos direitos e obriga\u00e7\u00f5es de cada um, preservando os interesses da coletividade e evitando riscos para todos."}