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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Carlos Carvalho Advogados</provider_name><provider_url>https://carloscarvalho.adv.br/blog</provider_url><author_name>Carlos Carvalho</author_name><author_url>https://carloscarvalho.adv.br/blog/author/carloscarvalho/</author_url><title>O PROBLEMA DO TABAGISMO NOS CONDOM&#xCD;NIOS</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="iUVZu7XtT0"&gt;&lt;a href="https://carloscarvalho.adv.br/blog/o-problema-do-tabagismo-nos-condominios/"&gt;O PROBLEMA DO TABAGISMO NOS CONDOM&#xCD;NIOS&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://carloscarvalho.adv.br/blog/o-problema-do-tabagismo-nos-condominios/embed/#?secret=iUVZu7XtT0" width="600" height="338" title="&#x201C;O PROBLEMA DO TABAGISMO NOS CONDOM&#xCD;NIOS&#x201D; &#x2014; Carlos Carvalho Advogados" data-secret="iUVZu7XtT0" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><thumbnail_url>https://carloscarvalho.adv.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/fumo.jpg</thumbnail_url><thumbnail_width>1150</thumbnail_width><thumbnail_height>767</thumbnail_height><description>O Decreto 8.262/2014 alterou o Decreto 2.018/96 que regulamentou a Lei 9.294/96, a conhecida Lei antifumo, que posteriormente teve algumas altera&#xE7;&#xF5;es promovidas pela Lei 12.546/11. Alguns especialistas entendem que a lei antifumo n&#xE3;o se aplicaria aos condom&#xED;nios residenciais, porque seria inconstitucional, ferindo o disposto no inciso XI, do artigo 5&#xBA; da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos, assim dispondo: &#x201C;XI &#x2013; a casa &#xE9; asilo inviol&#xE1;vel do indiv&#xED;duo, ningu&#xE9;m nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determina&#xE7;&#xE3;o judicial&#x201D;. Nesta vis&#xE3;o, o condom&#xED;nio como um todo seria a casa do cond&#xF4;mino, j&#xE1; que este possui tamb&#xE9;m uma fra&#xE7;&#xE3;o ideal da &#xE1;rea comum. Entendo que a argumenta&#xE7;&#xE3;o acima n&#xE3;o deve prosperar, justamente por se tratar de &#xE1;rea comum, com tr&#xE2;nsito e uso de toda a coletividade, inclusive crian&#xE7;as e idosos, que mais se prejudicam com a fuma&#xE7;a prejudicial &#xE0; sa&#xFA;de alheia. Desta forma, de acordo com o decreto, est&#xE1; proibido o uso de fum&#xED;genos (cigarros e afins) em &#x201C;local p&#xFA;blico ou privado, acess&#xED;vel ao p&#xFA;blico em geral ou de uso coletivo, total ou parcialmente fechado em qualquer de seus lados por parede, divis&#xF3;ria, teto, toldo ou telhado, de forma permanente ou provis&#xF3;ria&#x201D;. As &#xE1;reas de restri&#xE7;&#xE3;o ao fumo nas &#xE1;reas comuns do condom&#xED;nio devem incluir todos os ambientes parcialmente abertos e os fechados. Quest&#xE3;o que normalmente acarreta discuss&#xF5;es e atritos entre os moradores, &#xE9; a possibilidade de fumar nas varandas. Levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o que a varanda &#xE9; considerada &#xE1;rea privativa, numa primeira an&#xE1;lise existe sim a possibilidade, contudo, &#xE9; incontest&#xE1;vel que a fuma&#xE7;a adentrar&#xE1; &#xE0;s unidades imediatamente superiores, podendo causar, al&#xE9;m de inc&#xF4;modo, problemas de sa&#xFA;de ao cond&#xF4;mino atingido pela fuma&#xE7;a poluente. Nestes casos, podem ser tomadas medidas judiciais pelo vizinho prejudicado, a fim de fazer cessar os malef&#xED;cios a ele imposto, j&#xE1; que &#xE9; igualmente amparado por direitos constitucionais. Por fim, a melhor maneira de se resolver o problema de fumo nos condom&#xED;nios, &#xE9; respeitar as normas legais e as determina&#xE7;&#xF5;es do regimento interno, quando existir a previs&#xE3;o expressa e a conscientiza&#xE7;&#xE3;o de todos quanto ao uso nas &#xE1;reas privativas, evitando conflitos desnecess&#xE1;rios.</description></oembed>
